Educação no Brasil

sexta-feira, 29 de agosto de 2008 8 comentários

Atualmente, considera-se a educação um dos setores mais importantes para o desenvolvimento de uma nação.É através da produção de conhecimentos que um país cresce,aumentando sua renda e qualidade de vida das pessoas. Embora o Brasil tenha avançado neste campo nas últimas décadas, ainda há muito para ser feito. A escola (Ensino Fundamental e Médio) ou a universidade tornaram-se locais de grande importância para a ascensão social e muitas famílias têm investido muito neste setor.
Pesquisas na área educacional apontam que um terço dos brasileiros freqüentam diariamente a escola (professores e alunos).São mais de 2,5 milhões de professores e 57 milhões de estudantes matriculados em todos os níveis de ensino. Estes números apontam um crescimento no nível de escolaridade do povo brasileiro, fator considerado importante para a melhoria do nível de desenvolvimento de nosso país.
Uma outra notícia importante na área educacional diz respeito ao índice de analfabetismo. Recente pesquisa do PNAD - IBGE mostra uma queda no índice de analfabetismo em nosso país nos últimos dez anos (1992 a 2002). Em 1992, o número de analfabetos correspondia a 16,4% da população. Esse índice caiu para 10,9% em 2002. Ou seja, um grande avanço, embora ainda haja muito a ser feito para a erradicação do analfabetismo no Brasil. Outro dado importante mostra que, em 2006, 97% das crianças de sete a quatorze anos frequentavam a escola.
Esta queda no índice de analfabetismo deve-se, principalmente, aos maiores investimentos feitos em educação no Brasil nos últimos anos. Governos municipais, estaduais e federais tem dedicado uma atenção especial a esta área. Programas de bolsa educação tem tirado milhares de crianças do trabalho infantil para ingressarem nos bancos escolares. Programas de Educação de Jovens e Adultos (EJAs) também tem favorecido este avanço educacional. Tudo isto, aliado a políticas de valorização dos professores, principalmente em regiões carentes, tem resultado nos dados positivos.
Outro dado importante é a queda no índice de repetência escolar, que tem diminuído nos últimos anos. A repetência acaba tirando muitos jovens da escola, pois estes desistem. Este quadro tem mudado com reformas no sistema de ensino, que está valorizando cada vez mais o aluno e dando oportunidades de recuperação. As classes de aceleração também estão dando resultados positivos neste sentido.
A LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), aprovada em 1996, trouxe um grande avanço no sistema de educação de nosso país. Esta lei visa tornar a escola um espaço de participação social, valorizando a democracia, o respeito, a pluralidade cultural e a formação do cidadão. A escola ganhou vida e mais significado para os estudantes.
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Crescimento desordenado aumenta vulnerabilidade para problemas de saúde

quinta-feira, 28 de agosto de 2008 2 comentários

Entre 1991 e 2000, surgiram 69 favelas no Rio de Janeiro. Neste mesmo período, a população da cidade cresceu 6,77% (371.146 pessoas) enquanto que a população das favelas aumentou quase 25% (1.092.958 pessoas).

Os números são de um estudo realizado por pesquisadores da Fiocruz - Fundação Oswaldo Cruz na capital carioca, que teve o objetivo de identificar o crescimento espacial e populacional das favelas para cruzar os resultados com os dados de saúde do município.

Segundo a pesquisa, desenvolvida no Laboratório de Geoprocessamento do Cict - Centro de Informação Científica e Tecnológica, a população que mora nas favelas é mais vulnerável aos problemas de saúde.

Entre as enfermidades preocupantes destacam-se a aids, cólera, leptospirose e tuberculose`, alerta uma das autoras do estudo, Renata Gracie, à Agência Fapesp.

Porém, é difícil identificar com precisão os eventos de doenças nas favelas, uma vez que o endereçamento das ruas é muito confuso, a numeração das casas não segue uma seqüência lógica e, na maioria das vezes, uma mesma porta é utilizada por várias famílias`, disse a geógrafa.

Renata explica que as principais causas dessa vulnerabilidade são a falta de saneamento básico, o baixo nível de instrução dos moradores, problemas com a coleta de lixo, o nível de renda da população e a conseqüente falta de esclarecimento sobre os tipos de prevenção de doenças.

O estudo, que teve como outra autora a engenheira cartógrafa Mônica Magalhães, baseou-se em dados do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, sobre
os setores censitários das favelas, demarcações territoriais com pontos de referência estáveis e outras informações.

Além do crescimento populacional no Rio de Janeiro se concentrar basicamente em favelas distantes do centro, em algumas localidades, como na Zona Sul da cidade, é possível perceber uma ampliação vertical da comunidade, que ocorre a partir da construção de novos andares sobre as moradias` explica.

A comunidade de Areal I, em Jacarepaguá, foi a que apresentou o maior crescimento populacional em números absolutos entre 1996 e 2000: cerca de oito mil pessoas a mais, num total de quase 60% de aumento.

Em linhas gerais, as favelas situadas na Zona Oeste da cidade foram as que mais apresentaram aumento de seus espaços territoriais.

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Saúde

quarta-feira, 27 de agosto de 2008 1 comentários

A industrialização do país, após a era JK, promoveu um crescente processo de urbanização e consequente aumento das principais cidades brasileiras. Em 1950, apenas São Paulo e Rio de Janeiro tinham mais de 1 milhão de habitantes. Em quatro décadas, 13 cidades do Brasil atingiram esse patamar. Com o aumento do tamanho das cidades, surgiram novas metrópoles. Além da região metropolitana de São Paulo, que abrange 39 municípios, e do Rio de Janeiro, que engloba 21 cidades, existem hoje, no Brasil, outras dez grandes metrópoles. Juntas, elas abrigam 33,6% da população brasileira.Com isso, para muitos residentes dessas cidades, a qualidade de vida é habitualmente reduzida,sejam estes ricos ou pobres.
Um dos problemas enfrentados pelos grandes centros metropolitanos é a alta demanda pela sua infra-estrutura hospitalar. Na região de Campinas (SP), por exemplo, as prefeituras de muitas cidades investem na compra de ônibus e ambulâncias para o transporte de usuários do sistema público de saúde, que são atendidos no Hospital de Clínicas da Unicamp. A cidade de Campinas, a 100 km da capital do estado, é o centro econômico da quinta maior metrópole do país em número de municípios: são 17 ao seu redor.

Na cidade de São Paulo, a demanda pela infra-estrutura na área de saúde adquire escala geométrica. Na capital paulista havia, em 1999, 145 hospitais particulares, 37 estaduais e 17 municipais. Apesar de a Organização Mundial de Saúde (OMS) estabelecer como padrão aceitável o número de 4,5 leitos para cada mil habitantes, São Paulo tinha naquele ano apenas 3,7. E isso, contando apenas a população da capital, que atende a demanda de grande parte da sua região metropolitana.
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Trânsito - Desafio das Megacidades

terça-feira, 26 de agosto de 2008 14 comentários

Você já parou para pensar em quantas horas passou sentado em um engarrafamento?
Em São Paulo, por exemplo, uma pesquisa do Instituto Datafolha revelou que, em 2004, 38% dos motoristas gastavam mais de uma hora diária no trânsito.
Há várias cidades no mundo, cujo trânsito é considerado extremamente complicado. Algumas dessas cidades são:
Bangcoc, na Tailândia
Pequim e Xangai, na China
Cairo, no Egito
Calcutá e Chennai, na Índia
Jacarta, na Indonésia
São Paulo, no Brasil
Cidade do México, no México
São vários os fatores que contribuem para o verdadeiro caos no trânsito destas cidades. Um dos principais dos fatores é o crescimento acelerado dos centros urbanos sem o devido acompanhamento da adaptação das vias. Cidades como Calcutá ou Bangcoc contam ainda com um grande número de trabalhadores que vão e voltam de bicicletas e motocicletas, "costurando" entre veículos maiores. Não é surpresa também que a Índia e a China, com imensas populações concentradas em áreas urbanas, tenham péssima reputação no tocante ao tráfego.
Muitas soluções foram tentadas para diminuir o problema na cidade de São Paulo. Uma delas, extremamente polêmica, é o rodízio de veículos , medida usada em outras localidades como a Cidade do México. Além disso, vários viadutos foram construídos para escoar o tráfego ao longo dos anos. Nos anos 50, sugiram as marginais Tietê e Pinheiros, beirando dois dos principais rios da cidade. Nos anos 70, foi inaugurado o Minhocão, que passa por cima da avenida São João, no centro, ligando as zonas Leste e Oeste. Uma das obras mais recentes e ainda em andamento, é o Anel Viário, que pretende retirar das marginais e outras vias os veículos que chegam na cidade pelas rodovias e são obrigados a atravessar boa parte da malha urbana para chegar a outra rodovia. Além disso, a partir dos anos 80, começaram a surgir os primeiros corredores de ônibus, cujas construções se intensificaram nos últimos anos. Exclusivos para tráfego de ônibus e táxis com passageiros, os corredores tentam disciplinar a locomoção desses veículos, priorizando o fluxo de veículos para transporte público.
Todas essas obras, no entanto, sofreram com problemas de falta de planejamento, inversão de prioridades e superfaturamento. Um dos mais emblemáticos casos foi a construção do Fura-Fila, chamado atualmente de Expresso Tiradentes. Iniciado em 1997, o projeto acabou apenas em 2007, depois de quatro administrações municipais. O Fura-Fila consiste em um viaduto expresso para circulação de ônibus por cima da avenida do Estado, ligando o centro à periferia da Zona Leste, mais especificamente, à Cidade Tiradentes. A falta de planejamento é clara. Primeiro, eram cerca de 8 km. A obra acabou com cerca de 32 km. Muito criticado, no início do projeto, por não levar nada a lugar nenhum, o Fura-Fila acabou chegando à periferia, depois de várias mudanças de projetos. Na administração Pitta, o idealizador do projeto, houve várias acusações de superfaturamento. De qualquer modo, o projeto, que no início iria custar R$ 140 milhões, terminou em R$ 300 milhões, mesmo os trens tendo sido substituídos por ônibus. Assim, São Paulo convive com sérios problemas de locomoção para quem trabalha e mora na cidade. Mas, há cidades brasileiras, que conseguiram um bom planejamento de transporte, tão eficiente que virou modelo no Brasil e no resto do mundo.
Curiosidade
São Paulo ganha cerca de mil novos veículos por dia, de acordo com o Detran-SP. Em março, esse número subiu para 1500.Existe, hoje, aproximadamente um veículo para cada dois habitantes na capital. Se enfileirada, toda a frota de 6.067.707 veículos seria quase suficiente para dar uma volta na Terra, que tem cerca de 40 mil quilômetros de circuferência.
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Poluição das águas

segunda-feira, 25 de agosto de 2008 7 comentários


Rios Poluídos




A poluição das águas é a introdução de materiais químicos,físicos e biológicos que estragam a qualidade da água e afeta o organismo dos seres vivos. Esse processo vai desde simples saquinhos de papel até os mais perigosos poluentes tóxicos,como os pesticidas, metais pesados e detergentes.

A poluição mais comum é aquela causada pelo lixo que o homem joga nos rios. O crescimento das cidades e da sua população aumentaram os problemas, porque o tratamento de esgotos e de fossas não conseguiu acompanhar o ritmo de crescimento urbano.

Produtos químicos e sujeira dos esgotos são jogados diretamente nos rios ou afetam os lençóis d'água que formam as nascentes.O excesso de sujeira funciona como um escudo para a luz do sol, afetando o leito dos rios e seu ciclo biológico. Ou seja, as plantas e animais que nele vivem passam a sofrer problemas.


Como contribuir para evitar a poluição do rios:


1. Não jogue lixo nas águas dos rios.

2. Não canalize esgoto diretamente para os rios.

3. Não desperdice água, em casa ou em qualquer outro lugar.

4. Observe se alguma indústria está poluindo algum rio e avise as autoridades sobre a ocorrência.

Faça já sua parte. O planeta e os rios agradecem!





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Poluição , onde isso vai parar ?

domingo, 17 de agosto de 2008 7 comentários

As megacidades tem muitos problemas , dentre esses está a poluição .
Andar nas ruas de uma cidade grande pode não ser um passeio muito gostoso. Muitas vezes nos sentimos em uma cortina de fumaça e fedor, barulho e confusão. Fica difícil respirar e ficamos sem fôlego. Parece até que estamos em um filme de ficção científica daqueles em que o futuro é aterrorizante.
Mas a poluição é real e não estamos no futuro _ o presente é que está se tornando... sufocante! Sem perceber, você já deve ter sentido a poluição do ar. É aquela fumaça mal cheirosa e escura que faz o céu mudar de cor e a gente ter dificuldade para respirar. Os carros são a principal fonte de contaminação do ar: os gases que saem dos escapamentos são responsáveis por 40% da poluição nas grandes cidades!
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quinta-feira, 14 de agosto de 2008 3 comentários
Nossa primeira postagem! :)



Projeto Megacidades.


Mais de um bilhão de pessoas vive hoje em favelas ou habitações precárias – quase um sexto da população mundial – e mais de 100 milhões estão desabrigados.A situação não poderia ser mais paradoxa: enquanto nos países desenvolvidos as cidades encolhem devido ao baixo índice de natalidade, nos países em desenvolvimento, onde a população não pára de crescer, as poucas chances de desenvolvimento pessoal no campo leva à formação de megacidades de proporções cada vez maiores. Nos dois casos, a situação exige que se encontrem soluções ecológicas e socialmente sustentáveis. A grande cidade - a forma mais progressista de radicação que o homem foi capaz de conceber na face da Terra, alçando a níveis exponenciais o potencial humano para criar riqueza, conhecimento, tecnologia, cultura e liberdade - simplesmente passou do ponto. Tornou-se, o lugar geométrico dos problemas que assombram governos e cidadãos, o espaço sobre o qual convergem com intensidade máxima desemprego, poluição, trânsito, violência, déficits de transporte público, de saneamento, saúde e ensino básico de qualidade.
Diante dessa situação todos acabam se perguntando a mesma coisa: O que fazer? " Pequenas atitudes geram grandes feitos! " Fica a dica.

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